Meu Jogo Inesquecível: Nivaldo, hoje Gusttavo Lima, e a Raposa de 2003
Gusttavo Lima se surpreendeu ao saber que a torcida azul fez uma paródia de seu sucesso, “Balada boa”. As provocações entre cruzeirenses e atleticanos são muito comuns nos jogos entre os dois, e a torcida celeste costuma tirar sarro dos torcedores do Galo, por conta do rebaixamento à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, em 2005. O maior sucesso do cantor foi parodiado pela torcida do Cruzeiro, que canta, frequentemente, nas arquibancadas: “Tchê, tchererê, tchê, tchê, nunca caí pra Série B”.
Questionado sobre a brincadeira, Gusttavo Lima caiu no riso. O cantor afirmou que considera saudável esse tipo de provocação.
Justamente quando serão completados dez anos da conquista da Tríplice Coroa (Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro) pelo clube mineiro, o astro do sertanejo universitário brasileiro revelou que a vitória de 2 a 1 sobre o Paysandu, com gols de Zinho e Mota, sacramentando a conquista do Brasileirão, em 2003, foi a mais marcante de toda a sua vida (veja o vídeo da conquista do título brasileiro do Cruzeiro.
Nascido em 1989 na cidade de Presidente Olegário, próximo a Patos de Minas, no Alto Paranaíba, o pequeno Nivaldo Batista Lima, que tinha 14 anos e ainda não havia adotado o nome artístico de Gusttavo, cresceu em uma família dividida entre cruzeirenses e atleticanos. Mas, segundo o cantor, foi um namorado de sua irmã que lhe apresentou o Cruzeiro e o fez se apaixonar pelo time celeste. E a convivência com o cunhado, torcedor fanático, foi fatal para a decisão.
- Rapaz, lá em casa é uma briga danada, porque tem muitos atleticanos e muitos cruzeirenses. Todo mundo na minha família e os meus amigos gostam de futebol. Na verdade, tive um cunhado que era doente, mas doente mesmo, pelo Cruzeiro. Criei uma paixão com o clube por causa dele. Víamos jogos nos barzinhos. É um cara que sabe tudo do Cruzeiro. Então, criei uma simpatia a mais a partir dele.
Nascido em 1989 na cidade de Presidente Olegário, próximo a Patos de Minas, no Alto Paranaíba, o pequeno Nivaldo Batista Lima, que tinha 14 anos e ainda não havia adotado o nome artístico de Gusttavo, cresceu em uma família dividida entre cruzeirenses e atleticanos. Mas, segundo o cantor, foi um namorado de sua irmã que lhe apresentou o Cruzeiro e o fez se apaixonar pelo time celeste. E a convivência com o cunhado, torcedor fanático, foi fatal para a decisão.
- Rapaz, lá em casa é uma briga danada, porque tem muitos atleticanos e muitos cruzeirenses. Todo mundo na minha família e os meus amigos gostam de futebol. Na verdade, tive um cunhado que era doente, mas doente mesmo, pelo Cruzeiro. Criei uma paixão com o clube por causa dele. Víamos jogos nos barzinhos. É um cara que sabe tudo do Cruzeiro. Então, criei uma simpatia a mais a partir dele.